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Report ISLive – Front-end Development trends for 2018

No dia 26 de fevereiro teve lugar, na EDIT. Lisboa, mais uma edição das Industry Sessions Live. O Front-end Development, as suas tendências e futuro, foi o tema dominante no debate entre Alexandre Marreiros, Technical Director na Innovagency e Ricardo Melo, Head of Front-end na Grand Union Portugal. A moderação da conversa foi feita por João Vitória, Creative Director na Mindshare.

Em jeito de introdução, os oradores começaram por abordar a evolução do Front-end, no sentido de acompanhar o crescimento da Internet nos últimos anos, nomeadamente a necessidade de adaptação de conteúdo desenvolvido em diferentes resoluções e devices. Alexandre Marreiros salientou o facto de a Internet ter deixado de respeitar standards, e o papel crucial que Steve Jobs teve neste âmbito.

Numa perspetiva de enquadramento do papel do front-end developer nas equipas em que se encontra integrado, e qual a fase do projeto em que estes têm um papel mais ativo/relevante, todos concordaram que as tendências se têm invertido e que, atualmente, nas equipas já é reconhecida a importância de contar com os front-end developers desde o início.

As Frameworks são, efetivamente, uma tendência. Ricardo Melo falou sobre a importância de se terem as bases, e como estas bases conseguem sustentar toda a aprendizagem. Por seu lado, Alexandre Marreiros concorda que as frameworks são desafios atuais, sendo que a web já não serve só para comunicar marcas. E isto exige skills diferentes, o que traz complexidade ao desenvolvimento de JavaScript, e daí a relevência das frameworks, e na tendência do JavaScript se tornar, mais que uma linguagem de programação, uma autêntica máquina virtual.

João Vitória questionou sobre o modo de como as pessoas deverão ser capazes de selecionar aquilo em que querem efetivamente aprender em termos de futuro. Para isto, Alexandre Marreiros salientou a necessidade de escolherem efetivamente aquilo que querem fazer, e desta forma investirem numa determinada área.

Depois disto, tocou-se no incontornável tema do desenvolvimento de aplicações móveis através do front-end development, sendo que João Vitória questionou se o front-end ficou ultrapassado nestas áreas. Ricardo Melo mencionou as PWA (Progressive Web APPS), que capacitam os websites de funcionarem como uma aplicação nativa, e aqui entram sem dúvida os front-end developers. Alexandre Marreiros relembrou que na criação de experiências imersivas, o front-end tem realmente cartas a dar e poderá ser uma mais valia nesta área.

João Vitória abordou qual seria o papel dos front-end developers na questão dos dispositivos acionados por voz, ou seja, qual o desafio que se coloca quando a interface deixa de ser visual. Ricardo Melo referiu o voice design e a era em que chegaremos em breve, onde os websites serão acessórios e o front-end developer terá de desenvolver para outros interfaces/dispositivos como, por exemplo, óculos. Alexandre Marreiros falou da forma como estas tecnologias estão a nascer e todas, ou quase todas, se basearem em JavaScript e, portanto, terem a intervenção de front-end.

A par das tendências do front-end, João Vitória levantou a temática da formação ao logo da vida. Alexandre Marreiros concordou que esta área está em permantente evolução e que as pessoas deverão estar sempre abertas à necessidade de se manterem atualizadas e em constante formação.

Levando o Front-end ao nível da inovação, João Vitória perguntou aos convidados quais serão os projetos “incríveis” para Front-end, ao que Ricardo Melo tocou no tema dos Design Systems, e no desenvolvimento dos mesmos. Já Alexandre Marreiros partilhou da mesma opinião e juntou um ingrediente, relacionado com as PWA, considerando que este também será um desafio a que as empresas estarão muito atentas.

Depois de abordadas estas temáticas, foi dada voz ao público que colocaram as suas questões, às quais os três intervenientes, tiveram assim a oportunidade de responder e esclarecer, dando assim por terminada mais uma edição das Industry Sessions Live by EDIT..

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