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Catarina Ribeiro

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Entrevista Catarina Ribeiro

22 Agosto 18

Catarina Ribeiro

Ingressou no programa Front-end Development na EDIT. Lisboa e atualmente é Web Developer na Teleperformance.

Catarina Ribeiro conta-nos um pouco o seu percurso, o contributo da formação e a importância no mercado de profissionais da área.

(...) num contexto sempre em evolução como é o desta área, estar por perto da EDIT. permite-nos ir estando a par das novidades, não só pelos cursos, como pelas entrevistas, artigos no blog, notícias e eventos.

E.

Passaste pelas áreas da Arquitetura e Design Gráfico. Como surgiu o interesse pelo desenvolvimento web? Neste contexto, o que te levou a escolher o programa Front-end Development na EDIT.? Conta-nos o teu percurso.

C

As  opções profissionais que fui tomando e o tipo de formação que fui procurando foram muito influenciadas pela experiência profissional que fui adquirindo. Tirei o curso de Arquitetura no Instituto Superior Técnico motivada pela exigência do curso dentro do mundo das artes. Ainda a estudar percebi que a longo prazo o meu caminho profissional não iria passar pela arquitetura. Trabalhei como arquiteta durante 3 anos, no último dos quais, estudei design gráfico em horário pós-laboral. Quando terminei o curso comecei a trabalhar na Placer, onde estive responsável pelo rebranding da marca Expansion Company e a criação da marca Placer. Durante este processo tive a oportunidade de trabalhar com um web developer, cuja formação base também tinha sido em arquitetura. Essa experiência fez-me perceber que a minha maior vantagem poderia ser a junção entre o mundo das artes e da programação.

Na fase profissional em que estava, não me fazia sentido voltar para a faculdade, por isso um curso intensivo, prático e muito vocacionado para o mercado de trabalho como é o curso de Front-End Development da Edit era o que procurava. O meu objetivo com o curso era ganhar conhecimento para conseguir uma oportunidade profissional como web developer.

Quando terminei o curso, com a ajuda da EDIT., surgiu a possibilidade de ir trabalhar para a Teleperformance.

E.

O que achaste dos tutores do curso? Os seus inputs enquanto profissionais da área fizeram diferença?

C

O facto das aulas dos cursos da EDIT. serem dadas por profissionais da área faz toda a diferença para quem pretende mudar de carreira, como era o meu caso, ou para quem quer apenas ganhar conhecimento especializado para aplica-lo no seu dia-a-dia de trabalho.

Os tutores, para além dos conteúdos programáticos e das boas práticas da profissão, tentam enquadrar-nos nas facilidades e dificuldades dos seus dias e dão-nos um contexto muito real do mercado de trabalho. Para mim, que queria entrar numa nova área, foi fundamental o seu feedback para perceber como é que o mercado se organizava.

E.

Qual a tua opinião sobre o Projeto 360º Digital Campaign? Consideras que foi uma mais valia?

C

O Projeto 360º Digital Campaign é exigente e fez-me questionar sobre a sua pertinência enquanto estava a decorrer, mas depois de ter visto o resultado final, tornam-se claras as suas mais-valias. Num contexto profissional real, todas as áreas, de uma forma ou outra, dependem das restantes e o projeto 360º ensina-nos muito sobre as áreas complementares. Quando comecei a trabalhar na área percebi que estava mais por dentro do que eram os desafios interdisciplinares da profissão e de como as equipas se organizavam. Ajudou-me a perceber onde e como me poderia encaixar para acrescentar valor à empresa. A multidisciplinariedade é muito valorizada hoje em dia.

E.

Recomendarias este curso a alguém? Se sim, refere algumas das vantagens de tirar um curso desta natureza.

C

Sim, recomendo o curso da EDIT.. Gostei tanto que depois de acabar o curso fiz um workshop sobre “All About The Angular”, dado por um dos meus tutores, e pretendo ir estando atenta aos novos cursos e workshops que surgirem. Para mim, a maior vantagem dos cursos da EDIT. é a sua assertividade nas temáticas que o mercado procura. Fiquei com a sensação que, num contexto sempre em evolução como é o desta área, estar por perto da EDIT. permite-nos ir estando a par das novidades, não só pelos cursos, como pelas entrevistas, artigos no blog, notícias e eventos.

E.

De que modo te manténs atualizada face às novidades do mundo digital?

C

Estou a entrar agora neste mundo e a minha maior ajuda tem sido o LinkedIn. Seguir pessoas chave no LinkedIn vai-me ajudando a manter a par das novidades. Tenho feito alguns cursos online, que são um óptimo complemento aos cursos da EDIT.. Também me foram aconselhados alguns blogs, que comecei a seguir.

E.

Tens alguma meta profissional a cumprir?

C

Neste momento o meu objetivo é crescer na área de Front-End Development e começar a aprender Back-End. Sinto que ainda tenho muito para aprender e esse é agora o meu foco.

E.

Qual consideras ser o maior trunfo de um Front-end Developer para o mercado atual? E qual será, na tua ótica, o futuro desta profissão?

C

Ainda é cedo para eu falar no futuro desta profissão, mas o trunfo de um Front-End Developer já me parece obvio. É uma área em grande crescimento e a oferta de oportunidades é superior aos recursos disponíveis. Neste momento quem tem já experiência em Front-End, tem a possibilidade de escolher o projeto que mais lhe agrada. É também uma área em que é possível trabalhar como freelancer, o que num ritmo acelerado como é o nosso é uma vantagem para muitos. Apesar de todos estes incentivos, é uma área muito técnica em que é preciso gostar-se verdadeiramente dela para que todas as linhas de código, aparentemente escritas em “chinês” e aborrecidas se tornem num desafio até viciante.