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DISRUPTIVE BLOG

03

Maio

18

Digital Design

36 votos

UX for emotions

Quais as razões para as pessoas agirem de um certo modo?
Quais as razões para as pessoas não adotarem comportamentos semelhantes?
Quais as razões para certas pessoas desistirem e outras persistirem?

A capacidade humana centra-se nas emoções que são dirigidas pelas experiências positivas e as experiências negativas. O ser humano cria conexões emocionais com pessoas, objetos, cheiros, cores, sabores, sons, e também com produtos digitais, como por exemplo: o instagram.

Assim, e já no âmbito digital, é importante um UI/UX Designer explorar dedicadamente a capacidade emocional humana e provocar experiências positivas evitando as negativas.

Como UX Designers conseguimos formar conexões emocionais com os seres humanos através de três níveis, o visceral, comportamental e reflexivo.

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Visceral, invoca a primeira impressão. Diz respeito à estética e à qualidade percebida na aparência inicial. Nesta camada, o UX Designer deve interpretar quais foram as reações sobre um respetivo item.

Comportamental, diz respeito à usabilidade de um produto digital. A eficácia e eficiência de um item ao desempenhar os seus propósitos e concretizar os objetivos do utilizador. O UX Designer deverá absorver justificações e factos que abonem ou não a favor de uma interação.

Reflexivo, provoca o utilizador. Há espaço para explorar emoções e sentimentos do utilizador. Como faremos o utilizador desejar reservar agora, no imediato, um quarto no Hotel? (Interesse, adoração, ansiedade, encantamento, triunfo, medo, inveja…).

UX for emotions

Ao longo do tempo UX Designers têm explorado a importância de equilibrar os estados emocionais dos utilizadores. Entramos então no domínio do Design Afetivo, criado com o propósito de capturar atenção do utilizador, desencadeando uma emoção que, por sua vez, “obriga” a um comportamento.

Devemos conduzir o utilizador por emoções para que se convertam em comportamentos e ações. O comportamento do utilizador é o recurso que utilizamos para conseguir guiá-lo até ao seu objetivo/necessidade. Resumindo o raciocínio: se a emoção foi positiva, o utilizador vai sentir-se motivado e convertemos o utilizador ao comportamento desejado (clique/compra/partilha/registo). Caso a emoção seja negativa, haverá um défice de motivação e não convertemos o utilizador ao comportamento pretendido.

Nos anos 50 e 60,  Abraham Maslow, psicólogo americano desenvolveu a teoria de que “não importa nossa idade, sexo, raça ou posição na vida, todos nós temos necessidades básicas”. Esta teoria resultou num esquema, a Pirâmide das Necessidades, que ilustra em forma hierárquica todas as nossas necessidades.

E se realizássemos a “Pirâmide das Necessidades Digitais do Utilizador”? Como seria?

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