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Aluno
Ruben Duarte

entrevista

Entrevista EDIT.
Aluno do curso Frontend e UX&UI Design

23 Junho 16

Ruben Duarte

Ruben Duarte é UX&UI Designer na Innovagency, foi aluno dos cursos de Frontend & Responsive Web Development e User Experience & User Interface Design na EDIT. Lisboa, e aponta os tutores e a pluralidade das turmas como as mais valias dos cursos.

Cargo: UX/UI Designer na Innovagency

 

“A passagem pela EDIT. de muitas formas serviu também de ligação entre pontos que nunca pensei que se pudessem ligar.”

E.

O que te levou a escolher a EDIT.?

R

Não posso dizer que a escolha pela EDIT. tenha sido muito difícil. Eu tinha uma ideia muito clara daquilo que queria e a EDIT. encaixou perfeitamente nesse perfil. Estava à procura de um espaço de aprendizagem onde fosse possível cruzar o conhecimento com um espírito verdadeiro de network. Para a escolha da EDIT. contribuiu não só a informação disponibilizada pela escola, mas principalmente os testemunhos de antigos alunos.

E.

Podes falar-nos um pouco sobre a tua experiência pessoal na EDIT.?

R

A minha experiência na EDIT., ou melhor, o meu grau de envolvimento com a escola e a sua proposta, foi crescendo ao longo do tempo. Ao princípio estava focado apenas em adquirir os conhecimentos que tinha vindo à procura. Depois, percebi que a proposta da escola ia muito para além disso. Não se trata apenas da transmissão de conhecimentos, mas sim de ajudar cada aluno a, no seu dia-a-dia, ser capaz de fazer as perguntas certas no momento certo, a saber pensar um produto digital do princípio ao fim.

E.

O que achaste dos tutores dos programas? Achas que fizeram a diferença?

R

A EDIT. sem o seu grupo de tutores, a pluralidade das suas turmas e a multidisciplinaridade dos seus programas seria um espaço igual a tantos outros. Deste conjunto de fatores distintivos da escola, o grupo de tutores tem um papel preponderante. Todos os tutores com quem tive a oportunidade de trabalhar, tanto no curso de Frontend & Responsive Web Development (o Pedro Moreira da Silva, o Ricardo Melo e o Alexandre Marreiros), como no curso de User Experience & User Interface Design (o David Cruz, o Victor Afonso e o Hugo Vicente), ou ainda no Projeto 360º (o João Vitória e o Luís Serra), foram fundamentais para que, no final de cada etapa, eu sentisse que tinha dado um (ou muitos) passos em frente.

E.

E em relação ao projeto final 360º Digital Campaign? O que achaste?

R

Se tivesse que definir de uma forma sintética o Projeto 360º, defini-lo-ia como uma “simbiose improvável”. O Projeto 360º é uma experiência extremamente intensa que tem à priori uma série de desafios muito particulares associados. O projeto é constituído por equipas multidisciplinares, com pessoas com as quais nunca tivemos qualquer contacto; o briefing vem de um cliente real com um problema real; a qualidade que se exige é máxima; a fasquia colocada pelos tutores do projeto está sempre vários níveis acima; e, em alguns momentos, o prazo para a realização de todas as fases parece-nos irreal. Contudo, na apresentação final constata-se, através da qualidade dos trabalhos apresentados, que são todos estes fatores que contribuem também para o sucesso da experiência. Os resultados finais estão, em muitos casos, ao nível do trabalho de qualquer agência do mercado português.

O Projeto 360º não foi para mim uma experiência para cumprir calendário, foi sim, um dos ambientes de aprendizagem mais ricos pelo qual passei na EDIT., onde o desafio maior não esteve no briefing em si, mas no fator humano do trabalho da equipa em prol de um objetivo comum.

E.

Qual a tua situação profissional antes e após frequentares o curso na EDIT. Podes descrever melhor a tua situação atual?

R

Antes de entrar na EDIT., trabalhava como designer independente. Embora gostasse muito daquilo que estava a fazer no momento, sentia falta de voltar ao ambiente de agência e do trabalho em equipa.

Ainda durante o primeiro curso que realizei na EDIT., surgiu a oportunidade de trabalhar na Innovagency como UX/UI Designer. Tem sido desde então uma experiência fantástica, tanto a nível profissional como pessoal. Para além da exigência que a Innovagency coloca em cada um dos seus projetos, a equipa com que trabalho todos os dias é um grande espaço de aprendizagem, com profissionais muito diferentes, mas que sinto que enriquecem de uma forma muito particular o produto final. A passagem pela EDIT. de muitas formas serviu também de ligação entre pontos que nunca pensei que se pudessem ligar, e isso reflete-se de uma forma muita clara naquilo que faço hoje no meu dia-a-dia.

E.

Qual a opinião que tinhas antes e após da conclusão do curso? Superou as tuas expectativas?

R

Sim, sem dúvida que superaram as minhas expectativas. A prova disso é o facto de, no espaço de sensivelmente um ano, ter frequentado dois cursos diferentes: Frontend & Responsive Web Development e User Experience & User Interface Design. Se não tivesse ficado muito satisfeito com o primeiro curso, nunca teria feito logo de seguida um segundo. É certo que a realização de cada um dos cursos da EDIT. me obrigou a um exercício de gestão de tempo bastante complexo. No entanto, não tenho nenhuma dúvida de que o saldo de todo o esforço é muito positivo.

E.

A EDIT. teve algum contributo na tua carreira profissional?

R

O contributo da EDIT. para a minha carreira profissional é bem mais profundo do que aquilo que se possa imaginar. Acredito que a área digital é muito mais do que simplesmente desenhar ou programar websites e apps. Sinto que os projetos digitais têm que ser cada vez mais sistemas funcionais e emocionais de storytelling. No mercado atual para que isso seja possível é necessário conseguir juntar profissionais multidisciplinares com competências muito específicas.

Na EDIT. encontrei não só essa visão multidisciplinar, como tive a oportunidade de desenvolver competências em várias áreas, que modificaram em muito a minha forma de pensar e desenhar cada projeto. Estas foram competências essenciais para conseguir contornar algum desconforto à mudança, inerente ao digital e que me permitem hoje procurar concretizar qualquer novo desafio.

E.

Recomendarias o curso que realizaste a alguém? Se sim, em poucas palavras, descreve as mais valias do curso.

R

Sim, claro que recomendaria. Na minha opinião, as maisvalias dos cursos são essencialmente duas: tutores e turmas.

Tutores, porque a EDIT. reúne um conjunto muito alargado de profissionais cuja característica comum é o conhecimento real do trabalho criativo. Não se tratam de visões oníricas de uma realidade datada, tratam-se sim de perspetivas contemporâneas sobre projetos que acontecem “hoje”.

Turmas, porque em todas as turmas em que estive existiam uma pluralidade de perfis muito interessante. É muito estimulante fazer parte de uma turma composta por pessoas com experiências tão diferentes, pois faz com que, para o mesmo problema ou conteúdo, existam sempre perspetivas muito díspares, mas igualmente válidas.

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