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14

Junho

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De SEO a CSO: Content Search Optimization

Ao longo dos quase vinte anos de existência do motor de busca mais conhecido no mundo, o algoritmo do Google foi verificando updates sucessivos na sua fórmula secreta, sempre com o objetivo de cumprir a sua missão: dar ao utilizador exatamente a resposta que procura, com o menor esforço possível. Panda, Penguin, Hummingbird, Pigeon, Pirate. Nomes que ficaram na história do posicionamento web e mudaram as regras do jogo.

Inicialmente, carregar páginas de keywords repetidas até à exaustão, fazer a ponte para outros sites não necessariamente relacionados com o nosso conteúdo, e incluir no código todos os campos de meta description e tags eram suficientes para aparecer na primeira página de resultados. Hoje, e após inúmeros updates ao motor de busca, implementar uma estratégia de search marketing eficaz é um processo complexo e construído a longo prazo.

O conteúdo é rei, e o Google sabe-o. Cada vez mais, planificar uma estratégia de posicionamento orgânico é um trabalho partilhado entre os experts em SEO e os criadores de conteúdo. Se, por um lado, os estrategas de search sabem como “explicar” ao crawler o que é relevante em cada página e quais as palavras-chave que a elas devem ser associadas, por outro, os produtores de conteúdo conhecem melhor do que ninguém o público a quem se dirigem – sabem o que lhes interessa, e o que é, para eles, conteúdo relevante. Se estes dois lados da moeda não trabalharem em conjunto, nenhuma marca será capaz de assegurar, a longo prazo, o seu posicionamento no topo dos resultados de pesquisa.

Para garantir o lugar no pódio, é necessário às marcas entenderem e conhecerem cada vez melhor os seus clientes/utilizadores, e focarem-se cada vez mais em produzir conteúdo que vá de encontro àquilo que eles esperam do contacto com a mesma, não esquecendo a componente “técnica” do seu posicionamento orgânico. Melhorar a experiência do utilizador é, assim, o grande foco, porque quando a experiência de um utilizador é positiva, o Google sabe. Ou ainda há algo que o Google não saiba?

 

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